
Hoje queria não ser eu Queria ser o vento Brisa leve, saltitante Sair, por aí, sem rumo Percorrer prados, campinas Canaviais, praias, serras, oceanos
Ser livre, sem forma Ir onde só o impossível chega
Entrar e sair de vidas Sem ser notado, percebido Levar vida, fé, esperança
Criar um mundo novo Mais verde Menos poluído Levantar a saia da moça Desarrumar seu cabelo Vê-la sorrir... Balançar as folhas da palmeira Num vaivém de adormecer Dançar com as pipas no céu azul – liberdade!
Espiar o mundo Correr de furacão Buscar tua mão E voltar a ser eu Eu – questionador Eu – sofrimento Eu – ético Eu – presente-ausente Nos intervalos das dores da alma Reticente Que busco nada Encontro tudo Plenitude Pelo avesso Transverso Destes versos
Ser livre, sem forma Ir onde só o impossível chega
Entrar e sair de vidas Sem ser notado, percebido Levar vida, fé, esperança
Criar um mundo novo Mais verde Menos poluído Levantar a saia da moça Desarrumar seu cabelo Vê-la sorrir... Balançar as folhas da palmeira Num vaivém de adormecer Dançar com as pipas no céu azul – liberdade!
Espiar o mundo Correr de furacão Buscar tua mão E voltar a ser eu Eu – questionador Eu – sofrimento Eu – ético Eu – presente-ausente Nos intervalos das dores da alma Reticente Que busco nada Encontro tudo Plenitude Pelo avesso Transverso Destes versos
Um comentário:
Parabéns Sineide pelo blog. Sou professor e moro no ceará. Vi seu blog por acaso e achei muito interessante.
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